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Sobre a Psicoterapia Presencial

  • Foto do escritor: Renata Fiorese
    Renata Fiorese
  • 8 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

mulher em análise

A terapia é, antes de tudo, um processo. Um caminho que se abre quando nos deparamos com desafios, sintomas ou perguntas profundas sobre a vida — situações que parecem grandes demais para carregar sozinha(o). É nesse momento que nasce o primeiro ato de coragem: reconhecer a necessidade de ajuda e se permitir buscar uma mão que ampare, sustente e caminhe junto.


Na terapia presencial, a potência está no encontro de corpo presente. Mais do que palavras, é a troca de olhares, gestos, silêncios e a forma como o corpo ocupa o espaço que compõem o campo terapêutico. Esse estar frente a frente cria uma densidade afetiva e simbólica que aprofunda o vínculo, favorece a confiança e dá passagem a conteúdos inconscientes que nem sempre se revelam pela fala.


O consultório também se torna um recipiente simbólico, um lugar separado da rotina cotidiana, que marca o compromisso com o cuidado de si. O simples ato de deslocar-se até a sessão já é um movimento psíquico importante: um ritual que anuncia ao inconsciente que algo está sendo cuidado, que existe um espaço reservado apenas para o seu processo de transformação.


O vínculo entre terapeuta e paciente, fortalecido pela presença física, é o elo fundamental para que a mudança aconteça de forma verdadeira.


A partir do nosso primeiro encontro, vamos perceber se existe afinidade para seguir o trabalho. Em algumas sessões iniciais — normalmente três ou quatro — faremos uma avaliação mais profunda, desenhando o mapa do tratamento e os cuidados necessários para sua jornada.


Se você sente o chamado de iniciar um caminho de autoconhecimento e transformação, entre em contato pelo link abaixo. Vai ser um prazer caminhar ao seu lado.




 
 
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